Sábado, 25 de Outubro de 2008

E-book: Language Turned on Itself: The Semantics and Pragmatics of Metalinguistic Discourse (2007)

Language Turned on Itself: The Semantics and Pragmatics of Metalinguistic Discourse
Posted By : matmochue | Date : 01 Feb 2008 09:20 | Comments : 1
Language Turned on Itself: The Semantics and Pragmatics of Metalinguistic Discourse

Language Turned on Itself: The Semantics and Pragmatics of Metalinguistic Discourse 
Publisher: Oxford University Press, USA | 2007-11-02 | 148 pages | ISBN: 0199231192 | 1.8 MB | Rapidshare&Megaupload

Language Turned on Itself examines what happens when language becomes self-reflexive; when language is used to talk about language. Those who think, talk, and write about language are habitual users of various metalinguistic devices, but reliance on these devices begins early: kids are told, 'That's called a "rabbit"'. It's not implausible that a primitive capacity for the meta-linguistic kicks in at the beginning stages of language acquisition. But no matter when or how frequently these devices are invoked, one thing is clear: they present theorists of language with a complex data pattern. Herman Cappelen and Ernest Lepore show that the study of these devices and patterns not only represents an interesting and neglected project in the philosophy of language, but also carries important consequences for other parts of philosophy. Part I is devoted to presenting data about various aspects of our metalinguistic practices. In Part II, the authors examine and reject the four leading metalinguistic theories, and offer a new account of our use of quotation in a variety of different contexts. But the primary goal of this book is not to promote one theory over another. Rather, it is to present a deeply puzzling set of problems and explain their significance


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Apresentação

O Mundo, e suas Máquinas: um estudo sobre propagação temática em “A Máquina do Mundo”, de Carlos Drummond de Andrade. Proposta de tese para o Doutorado em Literatura Comparada do PPGL/UERJ. Duração prevista: 2005-2008. Resumo A tese propõe uma caracterização tanto para a poética de CDA quanto para as dos outros poetas em que recorre o tema da “Máquina do Mundo”. Utilizando-se a fortuna crítica de cada poeta, busca-se compor interfaces que permitam aproximações e distanciamentos em relação a suas abordagens do tema. Partindo de três instâncias enunciativas distintas (a filosofia, a literatura e a história), delimitam-se pré-definições dos conceitos “máquina” e “mundo”, a partir das definições fornecidas por suas manifestações – como signos e objetos de conhecimento – e estados ontológicos (“real”, “simbólico” e “imaginário”). Tomando a manifestação simbólica da linguagem como ponto de partida para a compreensão do signo complexo representado pelo topos “Máquina do Mundo”, amplia-se a discussão para os campos da manifestação imaginária e, por fim, real. Primeiras leituras: Heidegger (Máquina, Técnica e Metafísica), Wittgenstein (Filosofia da Linguagem e Ética), Hegel (Estética e Ética), Deleuze e Guattari (Conceito), Peirce (Signo). Neste ensaio pretende-se aproximar aspectos compatíveis entre a Literatura e a Antropologia (Geertz, Sahlins), e explorar as discrepâncias entre Literatura e História, a fim de localizar elementos que reforcem a constituição da Literatura como um campo específico de formação cognitiva e fruição estética. Exploração de implicações da teoria do “controle do imaginário” (Costa Lima) sobre a constituição do campo literário. Caracterização semiótica da Literatura a partir de considerações sobre o status ontológico de três definições para a Literatura: Literatura como Institucionalidade, Literatura como Mediação e Literatura como Significado. Considerações sobre as contribuições do método comparativo para a abordagem técnica e científica das manifestações, para fins analíticos e interpretativos, e do fenômeno literário, para fins críticos. Estabelecimento ou adoção de um glossário de termos de comparação. Ordenação de “conceitos intercessores” (Deleuze) e alinhamento das diversas representações de “Máquina do Mundo” encontradas nos poetas eleitos para o corpus analítico e interpretativo da tese. Contextualização dos sistemas de mentalidades caracterizadores das autorias consideradas (Gumbrecht, Foucault, Eagleton...), suas homologias (Wittgenstein) internas (provenientes das diversas autorias) e externas (relativas à integração no sistema geral de mentalidades modernas), em diversos de seus compósitos estilísticos. Considerações, estudos analíticos e críticos a respeito dos quatro poetas compulsados na tese.

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