Domingo, 24 de Fevereiro de 2008

Thinking It Through: An Introduction to Contemporary Philosophy


Thinking It Through: An Introduction to Contemporary Philosophy
Oxford University Press, USA
ISBN:0195134583
PDF 2003 edition
432 pages 1.2 MB


What legal and political circumstances justify civil disobedience? When does lying qualify as a moral act? It is by probing a wide range of such questions that a Princeton professor demonstrates what it means to do philosophy. Hoping to discipline readers in the systematic analysis of inquiries, Appiah shows the uninitiated how to weigh alternative perspectives and test the internal consistency of arguments. The alternative perspectives scrutinized include those of classic thinkers (including Plato, Descartes, and Kant), and the conundrums surveyed include many central to the philosophic tradition (such as the mind-body problem), but readers quickly learn how rigorous philosophical thinking can guide them through a thicket of contemporary issues not yet in the textbooks. Beginners who can't tell a "counterfactual" from a "foundational belief" soon find themselves understanding how such technical terms can tighten their reasoning about language, morality, politics, and other topics. By the time they finish the book, many readers will discover that their timid curiosity about philosophy has grown into a bold willingness to explore the professional literature. Bryce Christensen"This book is excellent, one of the best of its kind that I've seen. It accomplishes what few general introductions to philosophy even attempt: to integrate contemporary discussion and argument into a treatment of our perennial problems without losing sight of their roots."--David Sosa, University of Texas at Austin"The distinguishing mark of this work, which will set it clearly apart from all the best introductory books of this kind, is the way it makes deep and insightful connections among the various topics. It introduces the reader to all the main problems of contemporary philosophy, and makes philosophical concepts come alive in systematic exploration of the deep thoughts and difficult arguments to which Appiah gives lucid access."--Neil Tennant, The Ohio State University"An extraordinarily successful introduction to philosophy: wise, witty and deeply engaging."--Paul Boghossian, New York University


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Apresentação

O Mundo, e suas Máquinas: um estudo sobre propagação temática em “A Máquina do Mundo”, de Carlos Drummond de Andrade. Proposta de tese para o Doutorado em Literatura Comparada do PPGL/UERJ. Duração prevista: 2005-2008. Resumo A tese propõe uma caracterização tanto para a poética de CDA quanto para as dos outros poetas em que recorre o tema da “Máquina do Mundo”. Utilizando-se a fortuna crítica de cada poeta, busca-se compor interfaces que permitam aproximações e distanciamentos em relação a suas abordagens do tema. Partindo de três instâncias enunciativas distintas (a filosofia, a literatura e a história), delimitam-se pré-definições dos conceitos “máquina” e “mundo”, a partir das definições fornecidas por suas manifestações – como signos e objetos de conhecimento – e estados ontológicos (“real”, “simbólico” e “imaginário”). Tomando a manifestação simbólica da linguagem como ponto de partida para a compreensão do signo complexo representado pelo topos “Máquina do Mundo”, amplia-se a discussão para os campos da manifestação imaginária e, por fim, real. Primeiras leituras: Heidegger (Máquina, Técnica e Metafísica), Wittgenstein (Filosofia da Linguagem e Ética), Hegel (Estética e Ética), Deleuze e Guattari (Conceito), Peirce (Signo). Neste ensaio pretende-se aproximar aspectos compatíveis entre a Literatura e a Antropologia (Geertz, Sahlins), e explorar as discrepâncias entre Literatura e História, a fim de localizar elementos que reforcem a constituição da Literatura como um campo específico de formação cognitiva e fruição estética. Exploração de implicações da teoria do “controle do imaginário” (Costa Lima) sobre a constituição do campo literário. Caracterização semiótica da Literatura a partir de considerações sobre o status ontológico de três definições para a Literatura: Literatura como Institucionalidade, Literatura como Mediação e Literatura como Significado. Considerações sobre as contribuições do método comparativo para a abordagem técnica e científica das manifestações, para fins analíticos e interpretativos, e do fenômeno literário, para fins críticos. Estabelecimento ou adoção de um glossário de termos de comparação. Ordenação de “conceitos intercessores” (Deleuze) e alinhamento das diversas representações de “Máquina do Mundo” encontradas nos poetas eleitos para o corpus analítico e interpretativo da tese. Contextualização dos sistemas de mentalidades caracterizadores das autorias consideradas (Gumbrecht, Foucault, Eagleton...), suas homologias (Wittgenstein) internas (provenientes das diversas autorias) e externas (relativas à integração no sistema geral de mentalidades modernas), em diversos de seus compósitos estilísticos. Considerações, estudos analíticos e críticos a respeito dos quatro poetas compulsados na tese.

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