Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008

Self and World


Self and World
Oxford University Press, USA
Pages: 216
Date: 1999-07-19
1MB ISBN 0198238959


Self and World is an exploration of the nature of self-awareness. Quassim Cassam challenges the widespread and influential view that we cannot be introspectively aware of ourselves as objects in the world. In opposition to the views of many empiricist and idealist philosophers, including Hume, Kant, and Wittgenstein, he argues that the self is not systematically elusive from the perspective of self-consciousness, and that consciousness of our thoughts and experiences requires a sense of our thinking, experiencing selves as shaped, located, and solid physical objects in a world of such objects. Awareness of oneself as a physical object involves forms of bodily self-awareness whose importance has seldom been properly acknowledged in philosophical accounts of the self and self-awareness. The conception of self-awareness defended in this book helps to undermine the idealist thesis that the self does not belong to the world, and also the claim that the existence of subjects or persons is only a derivative feature of reality. In the final part of the book, Cassam argues that the existence of persons is a substantial fact about the world, and that it is not possible to give a complete description of reality without claiming that persons exist. This clear, original, and challenging treatment of one of the deepest of intellectual problems will demand the attention of all philosophers and cognitive scientists who are concerned with the self.

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Apresentação

O Mundo, e suas Máquinas: um estudo sobre propagação temática em “A Máquina do Mundo”, de Carlos Drummond de Andrade. Proposta de tese para o Doutorado em Literatura Comparada do PPGL/UERJ. Duração prevista: 2005-2008. Resumo A tese propõe uma caracterização tanto para a poética de CDA quanto para as dos outros poetas em que recorre o tema da “Máquina do Mundo”. Utilizando-se a fortuna crítica de cada poeta, busca-se compor interfaces que permitam aproximações e distanciamentos em relação a suas abordagens do tema. Partindo de três instâncias enunciativas distintas (a filosofia, a literatura e a história), delimitam-se pré-definições dos conceitos “máquina” e “mundo”, a partir das definições fornecidas por suas manifestações – como signos e objetos de conhecimento – e estados ontológicos (“real”, “simbólico” e “imaginário”). Tomando a manifestação simbólica da linguagem como ponto de partida para a compreensão do signo complexo representado pelo topos “Máquina do Mundo”, amplia-se a discussão para os campos da manifestação imaginária e, por fim, real. Primeiras leituras: Heidegger (Máquina, Técnica e Metafísica), Wittgenstein (Filosofia da Linguagem e Ética), Hegel (Estética e Ética), Deleuze e Guattari (Conceito), Peirce (Signo). Neste ensaio pretende-se aproximar aspectos compatíveis entre a Literatura e a Antropologia (Geertz, Sahlins), e explorar as discrepâncias entre Literatura e História, a fim de localizar elementos que reforcem a constituição da Literatura como um campo específico de formação cognitiva e fruição estética. Exploração de implicações da teoria do “controle do imaginário” (Costa Lima) sobre a constituição do campo literário. Caracterização semiótica da Literatura a partir de considerações sobre o status ontológico de três definições para a Literatura: Literatura como Institucionalidade, Literatura como Mediação e Literatura como Significado. Considerações sobre as contribuições do método comparativo para a abordagem técnica e científica das manifestações, para fins analíticos e interpretativos, e do fenômeno literário, para fins críticos. Estabelecimento ou adoção de um glossário de termos de comparação. Ordenação de “conceitos intercessores” (Deleuze) e alinhamento das diversas representações de “Máquina do Mundo” encontradas nos poetas eleitos para o corpus analítico e interpretativo da tese. Contextualização dos sistemas de mentalidades caracterizadores das autorias consideradas (Gumbrecht, Foucault, Eagleton...), suas homologias (Wittgenstein) internas (provenientes das diversas autorias) e externas (relativas à integração no sistema geral de mentalidades modernas), em diversos de seus compósitos estilísticos. Considerações, estudos analíticos e críticos a respeito dos quatro poetas compulsados na tese.

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