Domingo, 24 de Fevereiro de 2008

Hesiod's Cosmos


Hesiod's Cosmos
Cambridge University Press
ISBN 0521823927 2003 edition
PDF 209 Pages 870 KB


This study reveals the unity of Hesiod's vision of the Cosmos by reading both his poems as two complementary halves of a whole embracing the human and divine cosmos. In the Theogony and Works and Days, Hesiod, roughly contemporary with Homer, does not describe the deeds of the heroes. He provides instead the earliest comprehensive account of the genesis of the Greek gods and the nature of human life that became the foundation for later Greek literature and philosophy."...an excellent scholarly book abounding in insights and informed by a vast scholarship. Highly recommended." Choice"Clay's valuable book should become essential reading on Hesiod and archaic Greek poetry." New England Classical Journal"This is a virtuoso performance by a scholar whose knowledge of Hesiod few can match. It is a book that first-time readers of Hesiod, including students, can profit from, while it challenges recent critical and scholaraly perspectives." Classical World, Robert Lamberton, Washington University in St. Louis"passionate, well-argued, deeply researched, driven by fresh perspectives which will challenge, provoke and excite" - Stephen Scully, Department of Classical Studies, Boston University

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Apresentação

O Mundo, e suas Máquinas: um estudo sobre propagação temática em “A Máquina do Mundo”, de Carlos Drummond de Andrade. Proposta de tese para o Doutorado em Literatura Comparada do PPGL/UERJ. Duração prevista: 2005-2008. Resumo A tese propõe uma caracterização tanto para a poética de CDA quanto para as dos outros poetas em que recorre o tema da “Máquina do Mundo”. Utilizando-se a fortuna crítica de cada poeta, busca-se compor interfaces que permitam aproximações e distanciamentos em relação a suas abordagens do tema. Partindo de três instâncias enunciativas distintas (a filosofia, a literatura e a história), delimitam-se pré-definições dos conceitos “máquina” e “mundo”, a partir das definições fornecidas por suas manifestações – como signos e objetos de conhecimento – e estados ontológicos (“real”, “simbólico” e “imaginário”). Tomando a manifestação simbólica da linguagem como ponto de partida para a compreensão do signo complexo representado pelo topos “Máquina do Mundo”, amplia-se a discussão para os campos da manifestação imaginária e, por fim, real. Primeiras leituras: Heidegger (Máquina, Técnica e Metafísica), Wittgenstein (Filosofia da Linguagem e Ética), Hegel (Estética e Ética), Deleuze e Guattari (Conceito), Peirce (Signo). Neste ensaio pretende-se aproximar aspectos compatíveis entre a Literatura e a Antropologia (Geertz, Sahlins), e explorar as discrepâncias entre Literatura e História, a fim de localizar elementos que reforcem a constituição da Literatura como um campo específico de formação cognitiva e fruição estética. Exploração de implicações da teoria do “controle do imaginário” (Costa Lima) sobre a constituição do campo literário. Caracterização semiótica da Literatura a partir de considerações sobre o status ontológico de três definições para a Literatura: Literatura como Institucionalidade, Literatura como Mediação e Literatura como Significado. Considerações sobre as contribuições do método comparativo para a abordagem técnica e científica das manifestações, para fins analíticos e interpretativos, e do fenômeno literário, para fins críticos. Estabelecimento ou adoção de um glossário de termos de comparação. Ordenação de “conceitos intercessores” (Deleuze) e alinhamento das diversas representações de “Máquina do Mundo” encontradas nos poetas eleitos para o corpus analítico e interpretativo da tese. Contextualização dos sistemas de mentalidades caracterizadores das autorias consideradas (Gumbrecht, Foucault, Eagleton...), suas homologias (Wittgenstein) internas (provenientes das diversas autorias) e externas (relativas à integração no sistema geral de mentalidades modernas), em diversos de seus compósitos estilísticos. Considerações, estudos analíticos e críticos a respeito dos quatro poetas compulsados na tese.

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