Domingo, 24 de Fevereiro de 2008

Consciousness: A Mathematical Treatment of the Global Neuronal Workspace Model


Consciousness: A Mathematical Treatment of the Global Neuronal Workspace Model
Springer
ISBN 0387252428
2005 Edition
PDF 122 Pages 4.5 MB


This book makes formal, detailed, application of what Adams has described as 'the informational turn in philosophy' to the global neuronal workspace (GNW) model of consciousness. It uses an extended statistical model of cognitive process, based on the Shannon-McMillan Theorem and its corollaries, to incorporate the effects of embedding physiological, social, and cultural contextual constraints which operate more slowly than the workspace itself, but severely limit the possible realms available to that workspace, and hence to consciousness itself. The resulting 'biopsychosociocultural' treatment directly addresses criticisms of brain-only models of consciousness which have been raised in cultural psychology and philosophy, while remaining true to the current neuroscience perspective. This is the first formal, comprehensive, and reasonably rigorous, mathematical treatment of the GNW and is the only one to include the effects of embedding contexts in a 'natural' manner."To formulate a serious, clear-cut and transparent formal framework for cognitive neuroscience is a challenge … . I think that Wallace’s book presents an appreciable step in the right direction. … Beyond references that are necessary for basic elements of his work, the author has put together additional interesting reading material … . It is a book that can unfold its potential to well-educated readers with genuinely interdisciplinary ambitions … ." (Harald Atmanspacher, Acta Biotheoretica, Vol. 54, 2006)

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Apresentação

O Mundo, e suas Máquinas: um estudo sobre propagação temática em “A Máquina do Mundo”, de Carlos Drummond de Andrade. Proposta de tese para o Doutorado em Literatura Comparada do PPGL/UERJ. Duração prevista: 2005-2008. Resumo A tese propõe uma caracterização tanto para a poética de CDA quanto para as dos outros poetas em que recorre o tema da “Máquina do Mundo”. Utilizando-se a fortuna crítica de cada poeta, busca-se compor interfaces que permitam aproximações e distanciamentos em relação a suas abordagens do tema. Partindo de três instâncias enunciativas distintas (a filosofia, a literatura e a história), delimitam-se pré-definições dos conceitos “máquina” e “mundo”, a partir das definições fornecidas por suas manifestações – como signos e objetos de conhecimento – e estados ontológicos (“real”, “simbólico” e “imaginário”). Tomando a manifestação simbólica da linguagem como ponto de partida para a compreensão do signo complexo representado pelo topos “Máquina do Mundo”, amplia-se a discussão para os campos da manifestação imaginária e, por fim, real. Primeiras leituras: Heidegger (Máquina, Técnica e Metafísica), Wittgenstein (Filosofia da Linguagem e Ética), Hegel (Estética e Ética), Deleuze e Guattari (Conceito), Peirce (Signo). Neste ensaio pretende-se aproximar aspectos compatíveis entre a Literatura e a Antropologia (Geertz, Sahlins), e explorar as discrepâncias entre Literatura e História, a fim de localizar elementos que reforcem a constituição da Literatura como um campo específico de formação cognitiva e fruição estética. Exploração de implicações da teoria do “controle do imaginário” (Costa Lima) sobre a constituição do campo literário. Caracterização semiótica da Literatura a partir de considerações sobre o status ontológico de três definições para a Literatura: Literatura como Institucionalidade, Literatura como Mediação e Literatura como Significado. Considerações sobre as contribuições do método comparativo para a abordagem técnica e científica das manifestações, para fins analíticos e interpretativos, e do fenômeno literário, para fins críticos. Estabelecimento ou adoção de um glossário de termos de comparação. Ordenação de “conceitos intercessores” (Deleuze) e alinhamento das diversas representações de “Máquina do Mundo” encontradas nos poetas eleitos para o corpus analítico e interpretativo da tese. Contextualização dos sistemas de mentalidades caracterizadores das autorias consideradas (Gumbrecht, Foucault, Eagleton...), suas homologias (Wittgenstein) internas (provenientes das diversas autorias) e externas (relativas à integração no sistema geral de mentalidades modernas), em diversos de seus compósitos estilísticos. Considerações, estudos analíticos e críticos a respeito dos quatro poetas compulsados na tese.

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