terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

The Coherence of Kant's Transcendental Idealism


The Coherence of Kant's Transcendental Idealism
Publisher: Springer(2004-05-11)
ISBN-10: 1402025807
PDF 2.3 Mb 295 pages


This book presents a new interpretation of Kant’s theory of knowledge that emphasizes the coherence and plausibility of his doctrine of transcendental idealism. Many interpreters believe that Kant’s transcendental idealism is an incoherent theory. Some have attempted to respond to this charge. Yet, as the author demonstrates, the interpretations that seek to vindicate Kant’s theory continue to be committed to some claims that evoke the charge of incoherence. One type of claim which does so is connected to the contradictory notion of subjective necessity. The other type of claim is related to the supposition that knowledge of the reality of appearances entails knowledge of the reality of things in themselves. The interpretation presented in this book does not involve any of these claims. Part One of this book presents an analysis of Kant’s concept of a priori knowledge and of his response to skepticism about synthetic a priori knowledge that specifies the content of such knowledge without invoking the notion of subjective necessity. Part Two presents an account of the non-spatiotemporality of things in themselves that does not entail knowledge of the reality of things in themselves. Part Three presents a new interpretation of transcendental synthesis, the transcendental "I" and of the role of transcendental self-consciousness in synthetic a priori knowledge which emphasizes the originality of Kant’s account of self-knowledge and subjectivity. The arguments presented in this book relate Kant’s ideas to current debates in epistemology, metaphysics and the philosophy of mind in a way that underscores their invaluable relevance to present-day philosophical discourse.

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NO MIRROR!
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Apresentação

O Mundo, e suas Máquinas: um estudo sobre propagação temática em “A Máquina do Mundo”, de Carlos Drummond de Andrade. Proposta de tese para o Doutorado em Literatura Comparada do PPGL/UERJ. Duração prevista: 2005-2008. Resumo A tese propõe uma caracterização tanto para a poética de CDA quanto para as dos outros poetas em que recorre o tema da “Máquina do Mundo”. Utilizando-se a fortuna crítica de cada poeta, busca-se compor interfaces que permitam aproximações e distanciamentos em relação a suas abordagens do tema. Partindo de três instâncias enunciativas distintas (a filosofia, a literatura e a história), delimitam-se pré-definições dos conceitos “máquina” e “mundo”, a partir das definições fornecidas por suas manifestações – como signos e objetos de conhecimento – e estados ontológicos (“real”, “simbólico” e “imaginário”). Tomando a manifestação simbólica da linguagem como ponto de partida para a compreensão do signo complexo representado pelo topos “Máquina do Mundo”, amplia-se a discussão para os campos da manifestação imaginária e, por fim, real. Primeiras leituras: Heidegger (Máquina, Técnica e Metafísica), Wittgenstein (Filosofia da Linguagem e Ética), Hegel (Estética e Ética), Deleuze e Guattari (Conceito), Peirce (Signo). Neste ensaio pretende-se aproximar aspectos compatíveis entre a Literatura e a Antropologia (Geertz, Sahlins), e explorar as discrepâncias entre Literatura e História, a fim de localizar elementos que reforcem a constituição da Literatura como um campo específico de formação cognitiva e fruição estética. Exploração de implicações da teoria do “controle do imaginário” (Costa Lima) sobre a constituição do campo literário. Caracterização semiótica da Literatura a partir de considerações sobre o status ontológico de três definições para a Literatura: Literatura como Institucionalidade, Literatura como Mediação e Literatura como Significado. Considerações sobre as contribuições do método comparativo para a abordagem técnica e científica das manifestações, para fins analíticos e interpretativos, e do fenômeno literário, para fins críticos. Estabelecimento ou adoção de um glossário de termos de comparação. Ordenação de “conceitos intercessores” (Deleuze) e alinhamento das diversas representações de “Máquina do Mundo” encontradas nos poetas eleitos para o corpus analítico e interpretativo da tese. Contextualização dos sistemas de mentalidades caracterizadores das autorias consideradas (Gumbrecht, Foucault, Eagleton...), suas homologias (Wittgenstein) internas (provenientes das diversas autorias) e externas (relativas à integração no sistema geral de mentalidades modernas), em diversos de seus compósitos estilísticos. Considerações, estudos analíticos e críticos a respeito dos quatro poetas compulsados na tese.

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