Domingo, 24 de Fevereiro de 2008

The Character of Mind: An Introduction to the Philosophy of Mind


The Character of Mind: An Introduction to the Philosophy of Mind

Oxford University Press, USA
ISBN 0198752083
1997 Edition
PDF 176 Pages 445 KB

Of what nature is the mind? So Colin McGinn starts his first chapter, and this is his guiding question. He pursues the answer with a boldness and provocativeness rarely encountered in philosophical writing. As he explains, my aim has been to give the reader something definite and stimulating to think about, rather than to present a cautious and disinterested survey of the state of the subject. The Character of Mind provides a general introduction to the philosophy of mind, covering all the main topics: the mind-body problem, the nature of acquaintance, the relation between thought and language, agency, the self. In particular, Colin McGinn addresses the issue of consciousness, and the difficulty of combining the two very different perspectives on the mind that arise from introspection and from the observation of other people. His aim throughout is to identify the recalcitrant problems clearly, and to suggest fruitful approaches to their solutions, always avoiding facile answers. The second edition of this classic book adds three completely new chapters on consciousness, mental content, and cognitive science, bringing it abreast of current developments. A distinctive viewpoint is adopted, stressing consciousness, but the intention is still to come to grips with the underlying philosophical problems, accessibly articulating the deep difficulties we face in theorizing about the mind. From the reviews of the first edition: `a very good introduction to the philosophy of mind. . . . written with confidence and authority . . . a fine text for an undergraduate course.' Jonathan Lear, The Times Literary Supplement `a lucid and impressive discussion . . . to be recommended to students and professionals alike . . . brilliant book.' Brian O'Shaughnessy, London Review of Books `clear, stimulating and thought-provoking.' Bernard Harrison, Philosophy `an impressive piece of worktough, elegant, ingenious, argumentative and controversial.' Nicholas Everitt, Times Higher Educational Supplement

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Apresentação

O Mundo, e suas Máquinas: um estudo sobre propagação temática em “A Máquina do Mundo”, de Carlos Drummond de Andrade. Proposta de tese para o Doutorado em Literatura Comparada do PPGL/UERJ. Duração prevista: 2005-2008. Resumo A tese propõe uma caracterização tanto para a poética de CDA quanto para as dos outros poetas em que recorre o tema da “Máquina do Mundo”. Utilizando-se a fortuna crítica de cada poeta, busca-se compor interfaces que permitam aproximações e distanciamentos em relação a suas abordagens do tema. Partindo de três instâncias enunciativas distintas (a filosofia, a literatura e a história), delimitam-se pré-definições dos conceitos “máquina” e “mundo”, a partir das definições fornecidas por suas manifestações – como signos e objetos de conhecimento – e estados ontológicos (“real”, “simbólico” e “imaginário”). Tomando a manifestação simbólica da linguagem como ponto de partida para a compreensão do signo complexo representado pelo topos “Máquina do Mundo”, amplia-se a discussão para os campos da manifestação imaginária e, por fim, real. Primeiras leituras: Heidegger (Máquina, Técnica e Metafísica), Wittgenstein (Filosofia da Linguagem e Ética), Hegel (Estética e Ética), Deleuze e Guattari (Conceito), Peirce (Signo). Neste ensaio pretende-se aproximar aspectos compatíveis entre a Literatura e a Antropologia (Geertz, Sahlins), e explorar as discrepâncias entre Literatura e História, a fim de localizar elementos que reforcem a constituição da Literatura como um campo específico de formação cognitiva e fruição estética. Exploração de implicações da teoria do “controle do imaginário” (Costa Lima) sobre a constituição do campo literário. Caracterização semiótica da Literatura a partir de considerações sobre o status ontológico de três definições para a Literatura: Literatura como Institucionalidade, Literatura como Mediação e Literatura como Significado. Considerações sobre as contribuições do método comparativo para a abordagem técnica e científica das manifestações, para fins analíticos e interpretativos, e do fenômeno literário, para fins críticos. Estabelecimento ou adoção de um glossário de termos de comparação. Ordenação de “conceitos intercessores” (Deleuze) e alinhamento das diversas representações de “Máquina do Mundo” encontradas nos poetas eleitos para o corpus analítico e interpretativo da tese. Contextualização dos sistemas de mentalidades caracterizadores das autorias consideradas (Gumbrecht, Foucault, Eagleton...), suas homologias (Wittgenstein) internas (provenientes das diversas autorias) e externas (relativas à integração no sistema geral de mentalidades modernas), em diversos de seus compósitos estilísticos. Considerações, estudos analíticos e críticos a respeito dos quatro poetas compulsados na tese.

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