Domingo, 24 de Fevereiro de 2008

The Architecture of Matter: Galileo to Kant


The Architecture of Matter: Galileo to Kant

Oxford University Press, USA
ISBN 0199263264
2004 Edition
PDF 191 Pages 830 KB


Thomas Holden presents a fascinating study of theories of matter in the seventeenth and eighteenth centuries. These theories were plagued by a complex of interrelated problems concerning matter's divisibility, composition, and internal architecture. Is any material body infinitely divisible? Must we posit atoms or elemental minima from which bodies are ultimately composed? Are the parts of material bodies themselves material concreta? Or are they merely potentialities or possible existents? Questions such as these - and the press of subtler questions hidden in their amibiguities - deeply unsettled philosophers of the early modern period. They seemed to expose serious paradoxes in the new world view pioneered by Galileo, Descartes, and Newton. The new science's account of a fundamentally geometrical Creation, mathematicizable and intelligible to the human inquirer, seemed to be under threat. This was a great scandal, and the philosophers of the period accordingly made various attempts to disarm the paradoxes. All the great figures address the issue: most famously Leibniz and Kant, but also Galileo, Hobbes, Newton, Hume, and Reid, in addition to a crowd of lesser figures. Thomas Holden offers a brilliant synthesis of these discussions and presents his own overarching interpretation of the controversy, locating the underlying problem in the tension between the early moderns' account of material parts on the one hand and the programme of the geometrization of nature on the other.

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Apresentação

O Mundo, e suas Máquinas: um estudo sobre propagação temática em “A Máquina do Mundo”, de Carlos Drummond de Andrade. Proposta de tese para o Doutorado em Literatura Comparada do PPGL/UERJ. Duração prevista: 2005-2008. Resumo A tese propõe uma caracterização tanto para a poética de CDA quanto para as dos outros poetas em que recorre o tema da “Máquina do Mundo”. Utilizando-se a fortuna crítica de cada poeta, busca-se compor interfaces que permitam aproximações e distanciamentos em relação a suas abordagens do tema. Partindo de três instâncias enunciativas distintas (a filosofia, a literatura e a história), delimitam-se pré-definições dos conceitos “máquina” e “mundo”, a partir das definições fornecidas por suas manifestações – como signos e objetos de conhecimento – e estados ontológicos (“real”, “simbólico” e “imaginário”). Tomando a manifestação simbólica da linguagem como ponto de partida para a compreensão do signo complexo representado pelo topos “Máquina do Mundo”, amplia-se a discussão para os campos da manifestação imaginária e, por fim, real. Primeiras leituras: Heidegger (Máquina, Técnica e Metafísica), Wittgenstein (Filosofia da Linguagem e Ética), Hegel (Estética e Ética), Deleuze e Guattari (Conceito), Peirce (Signo). Neste ensaio pretende-se aproximar aspectos compatíveis entre a Literatura e a Antropologia (Geertz, Sahlins), e explorar as discrepâncias entre Literatura e História, a fim de localizar elementos que reforcem a constituição da Literatura como um campo específico de formação cognitiva e fruição estética. Exploração de implicações da teoria do “controle do imaginário” (Costa Lima) sobre a constituição do campo literário. Caracterização semiótica da Literatura a partir de considerações sobre o status ontológico de três definições para a Literatura: Literatura como Institucionalidade, Literatura como Mediação e Literatura como Significado. Considerações sobre as contribuições do método comparativo para a abordagem técnica e científica das manifestações, para fins analíticos e interpretativos, e do fenômeno literário, para fins críticos. Estabelecimento ou adoção de um glossário de termos de comparação. Ordenação de “conceitos intercessores” (Deleuze) e alinhamento das diversas representações de “Máquina do Mundo” encontradas nos poetas eleitos para o corpus analítico e interpretativo da tese. Contextualização dos sistemas de mentalidades caracterizadores das autorias consideradas (Gumbrecht, Foucault, Eagleton...), suas homologias (Wittgenstein) internas (provenientes das diversas autorias) e externas (relativas à integração no sistema geral de mentalidades modernas), em diversos de seus compósitos estilísticos. Considerações, estudos analíticos e críticos a respeito dos quatro poetas compulsados na tese.

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